Como começar um negócio próprio: 8 tendências para ficar de olho

como começar um negócio próprio

Para falar sobre como começar um negócio próprio é preciso deixar claro que qualquer iniciativa empreendedora demanda investimento. Não apenas de capital, necessário para começar a empresa, mas, especialmente, de investimento em formação e capacitação para se preparar para empreender.

O número de novas empresas cresceu 8,2% em 2017, segundo pesquisa divulgada pelo Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Esse crescimento do empreendedorismo se deve, em parte, ao desemprego, mas também ao grande número de pessoas buscando uma transição de carreira, em prol de realização e felicidade.

Quem não conhece um engenheiro que largou a rotina estressante no escritório para fazer cerveja artesanal? Eu conheço diversas pessoas que estão abrindo mão de seus empregos em busca de autonomia e qualidade de vida.

Se você, como elas, está pensando em dar uma guinada na sua vida, não deixe de ler este post, que apresenta 8 tendências para quem quer começar um negócio.

1. Economia colaborativa e propósito

Há alguns anos, negócios de economia colaborativa têm sido destaque, como o Uber e o Airbnb. Tratam-se de dois gigantes, mas o mercado abre espaço para iniciativas menores, em nichos específicos, como o empréstimo de brinquedos.

A proposta é associar a tendência do compartilhamento a um propósito maior, apoiados na sustentabilidade, trazendo benefícios ao planeta e à sociedade.

Em geral, são negócios digitais, sustentados por uma plataforma ou aplicativo, por isso o investimento inicial não costuma ser tão alto. Entretanto, ainda que você contrate um desenvolvedor, é importante se preparar e conhecer um pouco sobre o mercado digital e as novas tecnologias para aplicar no seu empreendimento.

2. Serviços

Outra grande tendência que vejo crescendo cada vez mais no Brasil é o mercado de serviços. O aquecimento do setor impacta também a indústria e o comércio por meio da internet e de atividades complementares oferecidas aos clientes, agregando valor ao produto.

Essa é uma boa opção para quem passou anos trabalhando em uma empresa e sonha em abrir um negócio. É a chance de usar a experiência adquirida, oferecendo serviços relevantes aos clientes. Se você trabalhou anos em um banco cuidando dos investimentos de grandes empresas, pode, agora, oferecer esse serviço a pessoas físicas que buscam investir na bolsa, por exemplo.

No entanto, preciso alertar que não basta você saber executar o serviço. Antes de empreender é preciso se capacitar para uma série de tarefas inerentes a qualquer negócio, como a gestão financeira e o marketing. Considere alguns cursos de formação em gestão e empreendedorismo no seu investimento inicial.

3. Coaching

Não é de hoje que os coaches vêm ganhando espaço no mercado e atingindo cada vez mais áreas, desde o tradicional coaching de carreira a outras modalidades — financeira e de relacionamento, por exemplo.

Em um mundo onde a marca pessoal é cada vez mais valorizada, a tendência é que as pessoas invistam cada vez mais em si mesmas. Esse cenário abre inúmeras possibilidades para esses profissionais, que trabalham com uma metodologia de desenvolvimento e capacitação pessoal e profissional.

Para se tornar um coach profissional é preciso investir em um bom curso de formação na área, como o Instituto Maurício Sampaio. Além de se interessar por pessoas e estar disposto a aprender sobre o comportamento humano.

4. Comércio de alimentos funcionais ou especiais

No varejo, as grandes tendências são o varejo para nichos e alimentação saudável. Além dos alimentos funcionais, já badalados, ganham destaque os produtos especiais para pessoas com restrições alimentares, como diabéticos, celíacos e intolerantes à lactose.

Antes de abrir uma loja nesse ramo, aconselho uma boa pesquisa de mercado, visitando outros estabelecimentos semelhantes, onde você poderá observar os equipamentos e disposição dos produtos, bem como a função operacional da loja. Falando de uma loja física, o investimento inicial passa a ser um pouco maior, girando em torno de 50.000 reais.

Outra questão importante é a escolha do ponto, podendo ser localizada nas proximidades de um hospital, clínica ou consultórios — por exemplo, no térreo de um prédio comercial.

5. Brechós

Seguindo a onda da sustentabilidade, reaproveitar o velho continua sendo uma ótima ideia, especialmente em tempos de crise econômica.

A novidade no ramo de vendas de usados são os brechós de marca, que reúnem produtos de grife. Além disso, as principais oportunidades estão no meio online, com grandes plataformas oferecendo a infraestrutura para você anunciar seus produtos, mediante uma comissão.

Como todo comércio, abrir um brechó envolve uma ampla pesquisa de mercado, principalmente para a precificação das peças.

6. Microcervejarias

Considerando o sucesso das cervejas artesanais nos últimos anos, você pode imaginar que o mercado já atingiu o seu limite, mas a verdade é que esse negócio ainda está em alta. Além de ser um produto que tem um potencial de consumo enorme, há ainda uma gama de aromas e sabores disponíveis para o público.

Sendo assim, ainda vale investir nesse negócio, que foi recentemente incluído entre os que podem optar pelo Simples Nacional.

7. Energia solar

A sustentabilidade ganha força não só como um propósito, mas também como uma forma de as empresas economizarem, reutilizando recursos.

Nesse sentido, o arrendamento de energia solar surge como uma oportunidade, sendo um produto de grande interesse para grandes redes varejistas, que visam a redução de custos totais de eletricidade e os impostos diferenciados.

8. Microfranquias

Em tempos de economia instável e mercado em crise, as microfranquias são uma boa opção, uma vez que o custo de entrada é menor e o risco também.

Ao pagar as taxas, em geral, estão inclusas as despesas de montagem e instalação, o que se significa que você recebe um negócio pronto para operar. Além disso, trata-se de um modelo de negócio já estabelecido e reconhecido pelo público, basta operar.

São muitas as razões que levam alguém a pedir demissão para empreender — a crise, a busca por novos desafios ou por mais tempo com a família. No entanto, é preciso ter em mente que empreender exige muita dedicação e empenho, além de muito trabalho.

Para começar, ao pensar em como abrir seu próprio negócio, independentemente de que tipo de empresa for ou em qual ramo pretenda atuar, é fundamental investir em conhecimento e formação, tanto na área de atuação, quanto em gestão de negócio.

Então, nossas dicas ajudaram você a pensar em como começar o seu negócio? Não perca tempo, entre em contato conosco e comece agora sua jornada em busca de novos desafios.

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