O que é Coaching Vocacional?

O Coaching Vocacional é uma especialização, um setor muito promissor da atividade de Coaching. Muitos são os problemas relativos quando o assunto é vocação. Na verdade o Coaching Vocacional é a junção do processo de Coaching com os estudos existentes sobre desenvolvimento vocacional.

 

Para quem se aplica o Coaching Vocacional?

O processo de Coaching Vocacional é indicado para adolescentes e jovens em fase de escolha profissional. Esses, em sua maioria, estão cursando o Ensino Médio, última etapa do Ensino Básico. Outros estão fazendo cursinhos preparatórios para os vestibulares. Uma parte está em ano sabático, e ainda podemos inserir nesse contexto, os jovens que iniciaram um curso superior e desistiram logo no primeiro ano, sendo assim precisam reiniciar o processo de escolha profissional.

 

 

 

garotada

 

 

Quem é o Coach Vocacional?

O profissional Coach Vocacional é qualquer pessoa, instruída e certificada, e com ferramentas de trabalho adequadas para exercer sua missão.

Não existe restrição a profissionalização do Coach. Hoje, a formação em Coaching é uma modalidade tida pelo MEC  (Ministério da Educação), como um curso livre. Ou seja, não existe uma regulamentação para sua aplicação.

O correto é o aspirante a Coach Vocacional e a Coach profissional, realizar um treinamento, uma formação que pode variar em sua carga horária.

Quanto ao pré-requisito para a formação em Coaching, esse não exige uma formação prévia de Ensino Superior. O que rege nesse sentido é o bom senso, a vontade e necessidade de se capacitar.

 

Fundamentação teórica do método MS® em COACHING VOCACIONAL

Foram incorporadas ao MÉTODO MS® os estudos, já realizados, específicos sobre desenvolvimento vocacional, conferidos por Super e Pelletier, além das teorias de aprendizagem utilizadas como veremos.

Dois pensadores do construtivismo foram mais utilizados ao longo desse trabalho: Jean Piaget com o conceito da epistemologia genética e Vygotsky com a teoria histórico cultural, uma abordagem conhecida por sócio-histórica.

Piaget foi o precursor do construtivismo, desenvolveu seu estudos com foco na nas estruturas cognitivas hoje reconhecida entre educadores e pesquisadores. Ambos, Jean Piaget e Vygotsky, tiveram como preocupação a transformação, o papel do indivíduo em sua formação, na interação entre ele e o objeto. Vygotsky deu uma maior ênfase na interferência sócio-histórica e na interação social para a formação do conhecimento.

lev and jean 1

Na perspectiva de Piaget, para que ocorra a construção de um novo conhecimento, é preciso que se estabeleça um desequilíbrio nas estruturas mentais, isto é, os conceitos já assimilados necessitam passar por um processo de desorganização para que possam novamente, a partir do contato com novos conceitos se reorganizarem, estabelecendo um novo conhecimento. Esse mecanismo pode ser denominado de equilibração das estruturas mentais, ou seja, a transformação de um conhecimento prévio em um novo.

Isso significa que para um processo de Coaching Vocacional para adolescentes , o Coach deve entender que o Coachee está passando pela fase do período das operações formais que se inicia, em tese, a partir dos 12 anos de idade. Nessa fase o indivíduo, ampliando as capacidades conquistadas na fase anterior, já consegue raciocinar sobre hipóteses, na medida em que ela/ele é capaz de formar esquemas conceituais abstratos, e através deles executar operações mentais dentro de princípios da lógica formal. Com isso, conforme aponta Rappaport (op.cit.:74) a criança adquire “capacidade de criticar os sistemas sociais e propor novos códigos de conduta: discute valores morais de seus pais e constrói os seus próprios (adquirindo, portanto, autonomia)”.

De acordo com a teoria piagetiana, ao atingir esta fase, o indivíduo adquire a sua forma final de equilíbrio, ou seja, ele consegue alcançar o padrão intelectual que persistirá durante a idade adulta. Isso não quer dizer que ocorra uma estagnação das funções cognitivas, a partir do ápice adquirido na adolescência.

A partir desse momento um jovem, pode sim, sofrer influências externas em suas escolhas, a base da sua forma de pensar, suas crenças e valores pouco serão afetadas, mas esse pouco pode promover transformações expressivas, como veremos mais adiante .

Já os estudos de Lev Vygotsky (1896-1934) postulam uma dialética das interações com o outro e com o meio, como desencadeador do desenvolvimento sócio-cognitivo. Para Vygotsky e seus colaboradores, o desenvolvimento é impulsionado pela linguagem.

Um ponto central da teoria de Vygotsky é o conceito de zona de desenvolvimento proximal (ZDP), na qual a aprendizagem acontece no intervalo entre o conhecimento real e o conhecimento potencial. Em outras palavras, a ZDP é a distância existente entre o que o sujeito já sabe, e aquilo que ele tem potencialidade de aprender. Seria neste campo que o Coach atua, estimulando a aquisição do potencial, partindo do conhecimento da ZDP do aprendiz, para assim intervir. O conhecimento potencial, ao ser alcançado, passa a ser o conhecimento real e a ZDP redefinida a partir do que seria o novo potencial.

Para definir o conhecimento real, Vygotsky sugere que se avalie o que o sujeito é capaz de fazer sozinho, e o potencial aquilo que ele consegue fazer com ajuda de outro sujeito. Quanto mais ricas as interações, maior e mais sofisticado será o desenvolvimento. Um exemplo claro disso é avaliar o nível do conhecimento sobre a realidade de uma ocupação escolhida por um Coachee (jovem), raramente ele consegue sozinho, avaliar a realidade e as consequências futuras.

Lembro do caso em que uma das minhas Coachees dizia, com toda a certeza, que queria fazer uma faculdade de gestão de eventos, ao mesmo tempo, em seus discursos, apresentava seus valores centrais o relacionamento e convívio familiar. Ao levá-la investigar de perto o dia a dia de quem ocupa a posição de coordenação de eventos, ela foi confrontada com os seus valores, com a realidade e com sua capacidade de administrar possíveis atividades da profissão.

Essa ajuda da qual me refiro, anteriormente, diz respeito ao processo de mediação, um processo de aprendizagem que ocorre através da intervenção de um educador. O Coach deve assumir o papel de mediador da aprendizagem, deve estimular seus Coachees frente aos novos desafios, a novas descobertas e novos entendimentos sobre si e o mundo que os cerca.

Segundo Jiron Matui (1995: 188) a mediação não funciona com autoritarismo, com imposição de conhecimentos, como no diretivíssimo pedagógico. Não funciona também por omissão de quem fica “em cima do muro”, como no espontaneísmo pedagógico, na atitude laissez-faire, de quem “espera para ver como é que fica”. A mediação participa do processo de construção do conhecimento, sem, contudo, desviar nem desvirtuar nada. A mediação funciona como um catalisador químico que, presente numa reação, facilita ou acelera e até mesmo possibilita essa reação. Ausente, retarda a reação ou esta pode até não ocorrer.

 

O Método MS® em Coaching Vocacional

O MÉTODO MS® foi desenvolvido a partir de conceitos e teorias existentes, juntamente com a prática em orientação vocacional e processo de Coaching. A metodologia segue um modelo sequencial – uma estrutura que permite estabelecer um programa de sessões. Ao mesmo tempo é flexível em suas fases, tanto no que tange ao tempo de duração, quanto nas diferentes ferramentas a serem utilizadas. Ela é um frame, um modelo para que o Coach possa de forma mais organizada estruturar as principais etapas do seu atendimento, do início ao fim.

 

coaching vocacional

Apresentação

Essa é uma fase de extrema importância, aqui se dá o início de um relacionamento de confiança e esperança, tanto por parte do Coachee como de seus familiares. A conquista tem seu papel fundamental nesse processo. Costumo dizer a professores e educadores, que a aceitação corresponde 50% do resultado final de um trabalha educativo. No Coaching vocacional isso não é diferente. O primeiro momento pode determinar o ritmo dos próximos encontros, digo isso, porque na maioria das vezes os pais forçam seus filhos a realizarem o trabalho, quando isso deveria ser espontâneo.

Essa é a etapa em que o Coach deve apresentar o seu trabalho ao futuro Coachee, suas estratégias, definir data dos encontros, quantidade de sessões e outros detalhes operacionais.

É nesse momento também que começa a relação Coach e Coachee, e algumas barreiras encontradas geralmente costumam aparecer nesse momento. Várias foram as vezes em que me deparei com situações de desânimo por parte dos jovens, e confesso tive que ser muito hábil para prosseguir com o trabalho. Isso acontece porque em boa parte das vezes os pais que forçam seus filhos a tomarem uma decisão e participarem de um programa de orientação vocacional. Constantemente você terá que ministrar situações conflitantes entre pais e filhos logo na primeira sessão. Essa fase pode durar, as vezes, mais de um encontro (sessão), sem problemas! Não tenha pressa!

Algumas atitudes são necessárias nessa etapa do processo:

  • Nessa fase escute bastante, pratique escuta ativa, tente descobrir sempre o que existe por de trás do discurso de ambos, pais e filhos. Na maioria das vezes você atenderá um menor de idade e aqui vai uma dica muito importante: jamais comece o processo sem consentimento dos responsáveis.
  • Evite tantas perguntas, isso além de ser um vício da maioria do Coaches, pode romper com a magia do primeiro encontro. Geralmente os jovem são avesso aos questionamentos, levam isso como um afronto a sua capacidade. Procure ir chegando de vagar e depois aumente o ritmo. A grande “sacada” nesse momento é a conquista da confiança.
  • Evite as discussões entre pais e filhos, o famoso “lavar roupas sujas”. Muitas vezes você vai se deparar com uma ou várias discussões, pais e filhos esquecem que estão diante de um coache, acham que estão numa terapia, que precisam colocar os pratos na mesa. Nesse momento você deve interferir e explicar novamente o processo e o papel de cada um. Evite ficar como ouvinte ou mesmo interferir em opiniões, apenas seja claro que ambos estão ali para um objetivo em comum e que o momento não é para discussões.
  • Anote todas as colocações e detalhes da conversa. Faça isso como um hábito, uma rotina de trabalho, tenha sempre folhas em branco ou um caderno para anotações. Isso pode ajudar no trabalho de planejamento como demonstra interesse de sua parte pelas angústias alheias.
  • Faça uma linda e verdadeira apresentação do seu trabalho. Deixe-a preparada em Power Point ou mesmo impresso, não importa. Como o processo de Coaching é algo intangível, a primeira vista transparece um trabalho mais conceitual e reflexivo. Demonstrar, através da apresentação, ferramentas, depoimentos e resultados pode ajudar não só a vender, como a passar segurança aos novos clientes, principalmente aos pais, na maioria das vezes os pagantes.
  • Exponha claramente os resultados, evite tantos conceitos iniciais, exponha isso aos poucos. Muitos profissionais acham que o cliente está ali porque quer aprender sobre Coaching, não! Ele veio te procurar porque você é a solução, os clientes querem saber de resultados e depois que você os alcança, ai eles desejam saber como você fez. Fazendo uma analogia é igual ao mágico, as pessoas jamais perguntam antes de o mágico realizar a mágica, só depois que realmente funcionou as pessoas querem saber como o feito foi realizado.

 

Autoconhecimento

Passada a fase de apresentações e aceitações, está na hora de conhecer de perto quem de fato é o seu coachee, o que ele pensa, suas crenças, valores, qual o seu autoconceito, se entende quais são as suas forças, fraquezas, identificar seus talentos, habilidades, interesses e motivações. Essa é uma fase de exploração, tudo o que envolve o desenvolvimento humano e vocacional deve ser avaliado, checado e entendido. Talvez você sinta que uma grande parte dos jovens com os quais você irá trabalhar, pareçam ser um pouco inibidos e desconfiado frente a esses assuntos, e realmente são. Vários são os motivos que os conduzem a serem assim: vivemos numa cultura aonde reconhecer o seu próprio talento e suas forças parece ser um afronto a sociedade. Um exemplo: dizer em voz alta, dentro de uma sala de aula ou mesmo no trabalho, que você é bom no que faz, parece ser um crime. No círculo de amigo o mesmo acontece e em maior intensidade. As pessoas não são capazes de elogiar o quanto deveriam uns aos outros. Isso causa consequências desastrosas no futuro: insegurança, inibição, sentimento de fracassado, sensação de estar perdido profissionalmente.

Essa é uma fase muito delicada e de muitas descobertas. Um ponto importante é levar em conta aquilo que o Coachee já trás como bagagem, que já está interiorizado- histórico das realizações, cultura e aprendizado, isso pode facilitar o seu trabalho e logicamente os resultados. Você vai atender adolescentes e jovens de diferentes culturas, de diferentes sistemas de ensino e isso influência muito na constituição da identidade vocacional.

Nesse momento a imparcialidade deve imperar nada deve ser desmontado de uma hora para outra. Imagine a seguinte situação, seu filho ou alguém mais próximo passou horas sentado na areia da praia, construindo um lindo castelo de areia, utilizando sua imaginação para dar movimento a sua maravilhosa ideia. Imaginou grandes batalhas com príncipes, princesas, rei, rainha, e de repente você vem e pisa em cima, ou o mar avança e cobre tudo? Você pode imaginar a decepção?

A maioria das pessoas fazem isso diariamente sem perceber, tudo porque não são imparciais, acham que todos devem viver sua vida, sua história, seus aprendizados, pertencer a mesma cultura ou classe social. Se assim não fosse vários problemas de conflito entre pessoas, profissionais, religiões, torcedores e nações seriam minimizados.

Cada Coachee é um caso a parte, deverá ter um olhar diferenciado, estratégias diferenciadas.

 

Planejamento e ação

Para que tudo aconteça no tempo certo, da maneira correta e para que realmente as coisas aconteçam, é preciso planejar e traçar ações efetivas, que tragam respostas tangíveis ao processo. Em muitos casos você vai perceber que existe uma tendência para o desvio dos planos estabelecidos, isso ocorre por alguns motivos, tanto o Coach como o Coachee não conseguem estabelecer uma agenda com prioridades. Segundo planejar é um hábito, um exercício constante obrigatório a Coaches e seus Coachees, isso não pode ser apena um dever do Coachee, se assim for você pode ter certeza que logo a sua ausência será percebida. Terceiro, o jovem tem um grande tendência em desviar assuntos comprometedores para temas sem importância. Um mar de desculpas pode aparecer durante essa fase, justificando a falta de tempo para a não realização das tarefas propostas – vão desde o problema da semana de prova na escola, até jantares muito importante com parentes. Isso tudo pode atrapalhar o bom andamento do trabalho. A medida certa é o equilíbrio, não ser duro demais, as também não se tornar um grande amigo. A flexibilidade deve imperar.

 

Pesquisa

Essa é a fase Sherlok Homes, fase da investigação, de unir imaginação a realidade. Pesquisar sobre profissões, ocupações, cases de sucesso profissional. Pesquisar sobre o mercado educacional e suas possibilidades: universidades, faculdades, e as diferentes modalidades de ensino, grade curricular. Conhecer mais de perto a rotina dos profissionais, seu ambiente de trabalho, retorno financeiro.

Em posse de um conhecimento maior do Coachee sobre ele mesmo, está na hora de pesquisar sobre o mundo que o cerca. Na verdade sempre irá existir um déficit entre aquilo que sabemos e entre a realidade em si. Não se trata de pré julgamento das cosias mas a forma como a vemos, a isso damos o nome de filtro. Cada um de nós possui o seu, constituído de vivências, experiências, interferências culturais, sociais e familiares. Com o jovem ainda existe um agravante sua imaturidade. Um bom processo de Coaching de carreira deve dar conta da pesquisa da realidade, da visão que o jovem tem dos acontecimentos, da forma como as coisas realmente funcionam.

Você vai perceber que muitos jovens Coachees, dos quais você atenderá, não saberá ao certo justificar suas afirmações. Isso me faz lembrar o caso de um garoto que queria de qualquer forma se tornar um grande cantor de banda de rock, normal para idade. Ele sabia tudo sobre música, conhecia os lançamentos, os melhores músicos, as grandes turnês, os melhores CDs, só não sabia da rotina de trabalho, do ambiente, das pessoas envolvidas em todo contexto, dos problemas de estrelismo que permeia esse segmento, do como é viver sob a luz da fama, o que é ficar longe de casa durante muito tempo, das consequências de abdicar das grandes amizades. Isso tudo foi colocado a prova quando realizamos um trabalho de pesquisa estruturado com as perguntas certas, colhendo as informações corretas. Decepção, essa é a palavra, nunca tinha visto um castelo de perto desmoronar com tanta força. Mas vamos refletir quanto tempo e dinheiro talvez esse jovem tenha economizado em sua vida, o quanto poderia lhe custar essas decepções no futuro?

Jamais continue o processo sem que estas questões sejam muito trabalhadas, elas são a alma de um excelente processo.

 

Avaliação e Autoavaliação

Crie formas de evidenciar o crescimento ou o desenvolvimento da maturidade de seu Coachee, suas conquistas e realizações. Faça isso primeiro para validar o seu trabalho e depois para provar a ele, e seus familiares, que o processo se bem realizado, trás retorno.

Esse o momento deve acontecer durante o processo, geralmente no meio e no final do contrato de trabalho. Não deixe para realizar a avaliação somente no final, se algum ajuste de planejamento for necessário será muito mais tranquilo e justo que esse seja feito com tempo para sua execução, caso contrário, tempo e dinheiro foram jogados fora.

Realize a avaliação final, valide com o seu Coachee os resultados e as responsabilidades, além de ser um momento muito importante de aprendizagem ele pode evidenciar possíveis falhas que aconteceram ao longo de todo o processo.

Emita uma cópia do relatório de avaliação final ao Coachee e seus responsáveis, essa é a oportunidade de validar seu trabalho.

 

Aprendizagem

Durante todo o processo, você deve avaliar se o Coachee está aprendendo. Essa atividade deve ser constante, sessão a sessão. Realize essa checagem em todo início de encontro/sessão. Cheque o que foi aprendido das conversas e tarefas passadas, identifique se realmente está tento alguma mudança de comportamentos, hábitos, pensamentos. Faça disso o seu hábito de trabalho.

 

Autonomia

Procure identificar ao final de todo o processo a capacidade do Coachee de elaborar estratégias para situações de desafio, planejamento e ação. Nada adianta se o seu processo não implementar novas atitudes, novos pensamentos, não despertar o pensar crítico e a capacidade de construção.

Os questionamentos, as dúvidas e incertezas ligadas a carreira não param nunca. Cada fase da vida profissional possui suas expectativas e para cada uma delas suas dúvidas. Sendo assim, o seu papel é gerar uma pessoa capaz de utilizar ferramentas e conceitos aprendidos com você, serem capazes de realizar um auto Coaching.

Jamais por orgulho ou remuneração, faça de você uma muleta para seu Coachee, isso é anti profissionalismo, egoísmo. Você tem como missão profissional fazer com que seu Coachee aprenda a aprender.

 

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(2) Comments

  • Mayre 1 de julho de 2019 @ 16:30

    Fui professora do ensino tecnico/profissionalizante durante anos. Convivi diariamente com os dilemas dos jovens e adolescentes com as escolhas profissionais. Fiz a formação em Coach e, com certeza, minha missão e auxiliar os jovens nessa direção.

    • Maurício Sampaio 1 de julho de 2019 @ 17:19

      Olá Mayre, tudo bem?
      Que bom, seja bem-vinda nessa área, com certeza vai lhe ajudar com os jovens.

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